terça-feira, 14 de abril de 2009

riqueza, pobreza...

o provérbio diz, "mãos preguiçosas tornam o homem pobre, mas as mãos diligentes trazem riqueza" (prov. 10:4). interessante que eu me sinto tão diligente, mas tão longe da riqueza... (rsrs) será que falta eficácia à minha diligência? que eu preciso organizar melhor esta diligência, administra-la de forma que não se perca?
ou talvez a riqueza aqui, como em tantas outras instâncias, não se refira apenas a fortuna, e sim a bens mais difíceis de se quantificar, como lucros afetivos e intelectuais, oportunidades, viagens incríveis, momentos entre amigos... se este for o caso, fica mais fácil afirmar que estou fora da linha de pobreza.
a dúvida persiste: será que é um outro significado??? alguém se arrisca? alguém? alguém? (rsrsrs)

3 comentários:

Pr. Cristian Haese disse...

O rico, neste sentido, é aquele que consegue ver sua pobreza sem achar que deve fazer dos outros ao redor tão ou mais pobres como ele , só porque ele tem que se sentir sempre bem... Ser rico é entender que, mesmo sendo pobre, cego, nu e carente desesperado da graça e misericórdia de Deus, está num processo de crescimento, conforme vc citou sobre o texto do Raniery. É o tal negócio: quando olho pra mim mesmo e percebo quem sou, vejo através de minha pobreza o quanto sou rico na graça de Cristo. Ele me carrega... Por isso, eu, pobre, sou rico. Vc também. Assim seja!

zierley rojard disse...

hummm. pense num cabra pronto pro trabalho! e olha q eu sou baiano, hein?! (rsrs)
no entanto, dindim q é bom, quase nada. em compensação, não trocaria moeda nenhuma pela companhia dos meus amigos e dos momentos que vivemos juntos.
não tem riqueza maior!
bjos.

K entre nós disse...

Vale pensar que essa riqueza, citada no provérbio, pode ser o prazer pelo dever cumprido?

O preguiçoso não tem nada do que se orgulhar, porque ele não produz nada!

Já o diligente, pra alcançar algum nobre objetivo, analisa, levanta possibilidades, busca, pequisa, dialoga, duvida, questiona... como ele enriquece nesse processo todo!

Ao final do trajeto, ele olha satisfeito pro resultado e, se tiver um bom auto-conhecimento, reconhece que já não é mais a mesma pessoa.

Bjins, Reg.

(Kátia Rocha)